Por meio de arte e conhecimento, a instalação feita na Universidade de São Caetano, debateu obsolescência, as mudanças no mundo do trabalho globalizado e a importância da conexão entre novas tecnologias e seus operadores. Ao lado do artista Gilson Melo, responsável pela obra, Aieda criou a área de múltimídia e produção de vídeo. Buscando a interação, um sensor de movimento ativava uma série de monitores de computador antigos que exibiam um vídeo em randoming, ora estimulavam uma máquina de costura, no lado oposto. Outro ponto produzido pela artista foi a projeção de uma imagem com letras que se movimentavam conforme a presença do público.

“A sopa de letrinhas representava o momento de lazer do trabalho, a pausa para comer algo e respirar.”